quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Tribal Warriors...


Como o próprio nome indica guerreiros tribais e é isso que eles são, uns autênticos guerreiros os Tribal Warriors são um clã de wolfesntein criado por Rafael mais conhecido por Askat . O wolfenstein tem desde a uns anos para cá uma grande diminuição pela comunidade portuguesa, desde algumas vergonhas que a nossa selecção nos fez passar ao fazer batota nas competições cada vez são menos as pessoas a jogar esta grande relíquia de computador.
Mas os tribal tem sobrevivido a essa onda toda e hoje Rafael "Askat " está aqui connosco para dar uma pequena entrevista sobre o seu clã.


Capitão Bota Abaixo ( B.A.) - Boas Askat ??
Askat ( A) - boas..
B.A. - A quantos anos e que tens este clã formado ??
A. - A 3 anos ..
B.A. - E como tens conseguido aguentar tantos anos este clã ?
A. - Bem Capitão isto tem sido uma autentica luta pois eu mais 3 amigos somos a base deste clã e somos nós que aguentamos este clã.
B.A.-E quantos membros e que este clã tem ?
A.- Tem por volta de 8 membros ... Mas já nos passaram mais 20 membros pelo clã.


B.A. - OK brigadão...

grande abraço...



terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Miau...

Hoje venho-vos falar de uma comunidade na internet, ela é a comunidade do Miau.pt !

Sou bastante fã desta comunidade onde se podem comprar todo o tipo de coisas, com ou sem garantia, novas ou usadas, a preços mais acessíveis... ou não. É certo sim que a maioria das coisas são a preços mais baixo, até porque muitas delas são já em segunda mão, mas também se podem obter materiais novos, e como em tudo temos de ter em atenção ao preço PVP (preço de venda ao público) e a qualidade e as garantias que nos são oferecidas pelos vários vendedores.

Qualquer um de nós pode vender ou comprar coisas no Miau, se todos nós formos correctos para com os outros (como aconteceu sempre no meu caso, compra ou venda) as pessoas ficam mais "felizes" e tudo se processa duma forma melhor.

O bom disto é que para além de podermos encontrar coisas de dificil acesso nas lojas, também podemos vender aqueles leitores de MP3, PS2, Game Boy etc que temos lá em casa aos quais já não damos uso...

Esta post foi a título informativo visto que alguns de vós podem já ter ouvido falar, mas nunca ter tido a curiosidade de visitar o site.

quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Calendário Venatório

CALENDÁRIO VENATÓRIO
Quem marca? Porque marca? Com base em que dados se marca assim?

Claro que vos venho mais uma vez, falar de assuntos de caça, leis da caça, hábitos de quem legisla neste sector. Mas, afinal é para isso que me pagam semanalmente, para escrever neste blog.
Penso que seja do conhecimento público que o calendário venatório é publicado anualmente tendo em vista, informar o caçador das datas em que pode começar a caçar e em que data tem de deixar de caçar a cada uma das espécies.
Nos últimos anos a caça tem vindo a ser orientada no sentido do ordenamento cinegético. E o que é o ordenamento cinegético?
“É o conjunto de medidas e acções nos domínios da conservação, fomento e exploração racional dos recursos cinegéticos, com vista a obter a produção óptima e sustentada, compatível com as potencialidades do meio, em harmonia com os limites impostos pelos condicionalismos ecológicos, económicos, sociais e culturais e no respeito pelas convenções internacionais e as directivas comunitárias transpostas para a legislação portuguesa”;
Talvez tenham ficado na mesma mas é o que a lei diz. Por outras palavras, visa entregar parcelas de terra a grupos de caçadores, associações ou empresas com o objectivo, destas explorarem os recursos cinegéticos de uma forma equilibrada e responsável.
Esclarecido este ponto, passamos para a questão do abate de espécies cinegéticas. Quem define quantidades de abate?
Em Associativas, Turísticas e Nacionais são definidos números de abate anuais por parte das entidades gestoras, tendo em atenção os efectivos existentes. No caso das Municipais, por ser uma gestão conjunta de autarquia e associações, é feito um plano de exploração que pode ser ou não ser, aprovado pelos serviços competentes.
E quem define as datas em que se começa e acaba a caça das espécies?
É aqui que reside o motivo deste artigo de opinião. Será que faz sentido o estado entregar a exploração das espécies cinegéticas a terceiros, permitir que eles definam números de abate, definam como e onde caçá-las e depois manter em sua jurisdição as datas em que se pode caçar a elas?
No meio de tanto curso e de tanto estudo da flora, fauna e recursos cinegéticos será que ainda ninguém percebeu que as datas de se caçar á Rola em Portugal, não podem ser as mesmas no Norte e no Sul do Pais? Será que, nem mesmo depois da publicação de um livro sobre o javali, se percebeu que o impacto cinegético de uma Montaria realizada em Fevereiro no Norte, é diferentes do impacto que essa mesma montaria teria, se fosse realizada no sul?
Quando se prega aos sete cantos do mundo que a Rola Brava existe em muito menor quantidade, já se deram ao trabalho de ir ver, se é o ciclo migratório que foi alterado? Por acaso este ano, vi a rota migratória da rola começar-se a fazer em 2 de Agosto, coisa que só se começava a fazer, normalmente, em finais de Agosto princípios de Setembro.
Os Patos, os Coelhos, as Lebres e todas as outras espécies, será que os senhores que estão atrás das secretárias sabem melhor que os gestores de cada zona, qual a melhor altura para se caçar as diversas espécies?
Muitas perguntas para nenhumas respostas, até porque se calhar, nem o próprio legislador sabe o porquê de ser ele a ditar as datas de abertura a todas as espécies cinegéticas.
Sem respostas, fica um pedido público:
Deixem gerir quem quer gerir, deixem programar as caçadas quem está no local onde elas são caçadas, deixem de se preocupar com aquilo que nada vos diz.
Talvez se este pedido fosse aceite, mais Rolas seriam caçadas no Norte do Pais. Menos Rolas morreriam nas redes dos marroquinos para fazer conserva. Menos javalis listados morreriam nas montarias de Fevereiro e menos lebres e coelhas prenhas morressem no mês de Dezembro.

Estamos cá para opinar, haja quem nos ouça…

18 de Setembro de 2008

Nelson Neves

quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Acto de Caça ou Oportunismo?

Caçar ao Javali em milheirais
Um acto cinegético, uma necessidade ou um oportunismo

Convêm começar por dizer que o Javali foi uma espécie cinegética abundante e que sofreu uma grande regressão desde o inicio do século XX, ficando restrita a sua existência a zonas fronteiriças serranas.
Em 1967 um decreto interditou a caça ao javali em terrenos não murados. Os anos passaram e devido a este importante decreto, os anos setenta denunciaram um aumento significativo dos efectivos desta espécie.
Em 1981,a então Direcção de serviços de Caça da Direcção Geral de Florestas, organizou a primeira montaria destes novos tempos e em 1982 passa a autorizar outro processo de caça ao javali: as Esperas.
No seguimento desta evolução, e porque o crescimento estava a ser sustentado, com o fim de diminuir os prejuízos causados pelos javalis, foi aprovada a lei de bases Gerais da Caça em 1986, sendo esta regulamentada por decreto em 3 de Agosto de 1988 e revogada pela lei nº 173/99 de 21 de Setembro, regulamentada pelo decreto-lei nº 202/2004 de 18 de Agosto e nova redacção que lhe foi conferida pelo decreto-lei nº 201/2005 de 24 de Novembro. Os estragos das culturas e cementeiras passavam a estar previstos nas leis da caça
Afinal onde se enquadra esta história das caçadas em milheirais fora de época e sempre suportadas por credenciais das Florestas? A resposta é simples e unânime. Todas elas têm por base os estragos provocados pelos Javalis.
O problema é que nestes pais de gente esperta rapidamente se transformou uma necessidade em um oportunismo. Organizam-se batidas para matar muito e render milhares. Hoje em dia, em Portugal, em 80% das caçadas efectuadas nos milheirais, o objectivo é oportunista e ganancioso, sempre suportado pela desculpa dos estragos.
Se têm duvidas, eu explico. A grande parte das caçadas nos milheirais é feita dias antes da entrada das máquinas para a colheita do milho. Outras até conseguem (pasme-se), ser feitas aquando da colheita do milho, e outras, ainda se dão ao luxo de se bater os javalis de milheiral a milheiral. Quem não sabe da existência de herdades que fazem 4 e 5 batidas em semanas seguidas, conforme o milho vai sendo apanhado...
Claro que não se pode generalizar, existindo mesmo casos, onde os estragos são muitos, os prejuízos avultados e onde a única solução é a batida ou Montaria (nome este, que me nego a dar a esta forma de caçar javalis).
· Mas se esta “coisa” tem o nome de Montaria, onde ficam as regras que as regem? Onde estão os princípios de segurança, tendo os caçadores carabinas nas mãos e dando tiros em linha recta? Onde estão os princípios de Monteiro? Caso não saibam, nestas ditas Montarias são colocadas portas de 40 em 40 metros, transformando a linha de “Caçadores” ou” Matadores” numa rede dificilmente transponível e onde desde o listado, passando pelos farropos até às javalinas prenhas, tudo morre, para perfazer um número elevado de abate.
Camuflados pela desculpa dos estragos, por uma questão unicamente monetária, proprietários de milheirais tiram rendimentos em todas as frentes: ganham dos subsídios, ganham das chacinas que organizam e ganham do milho que nunca chegou a ser comido, e que é vendido nas cooperativas.
Pouco ou nada me interessa o que esses senhores ganham ou deixam de ganhar com estes oportunismos no meio da caça. O que me preocupa é que com estes erros de gestão e com este facilitismo no passar das credenciais por parte das Florestas, caminhamos a passos largos para situações iguais aquelas que aconteceram nos inícios do século XX.
O javali é uma espécie cinegética que tem de ser gerida, tem de ser controlada, mas principalmente, tem de ser protegida destes excessos de pressão do inicio do século XXI.
Espero sinceramente que tal como em 1967, seja rapidamente interdita a caça aos javalis em Milheirais e fora de época.

9 de Setembro de 2008
Nelson Neves

segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

A Minha Meninha Está Em Pequim....

Bem pessoal como algumas pessoas sabem eu tive a sorte e orgulho de ser timoneiro do 4+ da selecção nacional de remo adaptado e foi ai que a minha vida deu uma grande volta conheci pessoas bestiais e uma delas foi a Filomena ( Mena como é conheçida).
A Filomena teve uma infelicidade na vida e ficou numa cadeira de rodas, mas não se rendeu lutou e fez da cadeira de rodas a sua melhor amiga, a mena fazia natação nos tempos livres e foi para o remo depois de ser contactada por Joaquim Redondo infelizmente já não se encontra cá connosco mas a vida é assim, passando á frente a Mena experimentou o remo e depois das primeiras remadas apaixonou logo pelo remo depois de alguns meses de treinos a mena prometia...
Lembro-me das conversas que tinha com o Joaquim e ele dizia me que a Mena poderia ser a próxima campeã do mundo de remo adaptado e que tinha uma força de vontade bestial.... E foi com grande alegria que recebi uma mensagem da Mena a dizer que ia partir para Pequim e que tinha uma missão dar o seu melhor....
E por isso deixo aqui uma mensagem á mena.....

Mena estou a torcer por ti e não te esqueças que o redondo te vai ajudar esteja lá ele onde estiver...

Um Grande beijinho do timoneiro e Força ......


E aqui fica a minha experiência de vida com as melhores pessoas do mundo.....

terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Para abrir o apetite no sector da caça

Vou aproveitar este primeiro “post” nesta casa “ Bota Abaixo”, para explicar-vos o que podem esperar de mim semanalmente.
O meu nome é mesmo Nelson Neves, sou Médico Dentista de profissão e tenho como hobby principal o cuidar das Espécies Cinegéticas que são caçadas semanalmente. Claro que sou caçador. Sou-o com tanto orgulho e afirmação, quanto aqueles que nos rotulam de pessoas menos sensíveis.
Perguntarão, mas afinal porque aceitou este desafio?
Aceitei este convite porque este é o local para expressar as minhas discordâncias relativamente ao sector da caça.
Aceitei este convite porque o sector da caça precisa de quem o defenda, no meio de uma comunicação social que nunca ouve as duas faces de uma mesma moeda.
Aceitei este convite porque esta actividade é aquela que gostava que os meus filhos tivessem paralelamente a uma profissão digna e honesta. Sim, porque gerir caça como profissão única na vida é algo muito difícil de á uns anos para cá.

Termino com uma pista para a próxima semana. Vou falar de milheirais. Aquela coisa que chamam de montarias á volta de milhos. E juro-vos que vou ser duro, porque é por estas e por outras que vegetarianos, verdes, ecologistas e outros tantos denigrem a nossa imagem na sociedade actual. Por vezes erramos e vamos na conversa de oportunistas…
Até para a semana
Nelson Neves

domingo, 24 de Agosto de 2008

Live Report | Missão Beijing 24/08/2008 |

Live***Report


Terminaram hoje, os Jogos Olímpicos em Pequim. A cerimónia de encerramento terminou com um impressionante fogo de artifício, um espectáculo de luz e cor.
Com uma medalha de ouro e outra de prata, na 46ª posição, Portugal alcançou o melhor resultado de sempre numas olimpíadas, mas a delegação apenas cumpriu metade do objectivo prometido de quatro a cinco medalhas. Apesar disso o secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias está satisfeito com a participação da comitiva portuguesa em Pequim.

Carlos Lopes assistiu, esta madrugada, em Pequim à queda do recorde olímpico da maratona que lhe pertencia há 24 anos desde os Jogos Olímpicos de Los Angeles. O queniano Samuel Kamau Wansiru venceu a maratona olímpica e melhorou o recorde do português em quase três minutos.
(Retirado do jornal online TSF)




Bem, acho que todos os atletas portugueses que participaram, estão de parabéns por muito que tenham ficado aquém das suas expectativas. E agora segue-se LONDRES 2012, não vai ser fácil superar a organização e segurança dos Jogos Olímpicos de Pequim, mas espera-se que desta vez o nosso país ganhe mais umas medalhas.
(e vamos ganhar de certeza, com o João a dar lá um pezinho de dança, pelo menos um ouro está garantido) :’D